quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

CALL CENTERS EMPREGAM MAIS DE 1,2 MILHÃO DE PESSOAS NO BRASIL

Mais de 1,2 milhão de pessoas trabalham nas empresas de call center do país, de acordo com a ABT – Associação Brasileira de Telesserviços. O número foi anunciado pelo presidente da entidade, Jarbas Nogueira, confirmando a boa fase do setor.

“A atividade está em pleno desenvolvimento e temos registrado um crescimento médio de 10% ao ano. Em 2010 não foi diferente e a expectativa para 2011 se mantém”, diz. Ou seja, para 2011, cerca de 120 mil novos empregos devem ser gerados pelas empresas de teleatendimento.

Boa parte da mão-de-obra é formada por pessoas de 18 a 24 anos, muitas em sua primeira experiência profissional. Por isso, o call center é considerado a principal porta de entrada de jovens para o mercado de trabalho.

“As empresas treinam e capacitam esses jovens, que geralmente começam como teleatendentes. Muitos acabam seguindo carreira, passando a cargos de supervisão e/ou coordenação de teleatendimento. E também há casos de profissionais que seguem para outras áreas dentro das empresas, como a de TI ou de marketing, por exemplo”, conta o presidente.

O setor também tem crescido em faturamento. Em 2010, deve ultrapassar a marca de R$ 6,5 bilhões. Para 2011, o setor espera superar o valor de R$ 7 bilhões. “O consumo não para de crescer no país. Isso, naturalmente, faz com que aumente também o número de clientes que procuram e precisam das empresas que oferecem o serviço de atendimento ao consumidor. A demanda cresce e as empresas precisam se ajustar a isso.”
Fonte: ABT

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Projeto do deputado Mendonça Prado disciplina teleatendimento

O deputado Mendonça Prado (Democratas-SE) apresentou o Projeto de Lei (PL) nº 7880/2010, que estabelece normas para telemarketing. Pela proposta, as instalações físicas da central de serviço de informações devem, obrigatoriamente, ser localizadas na região abrangida pelo teleatendimento.

Além disso, fica proibida a inclusão de mais de um estado em cada região. O intuito principal é determinar que o operador de telemarketing deve ter total conhecimento sobre a região geográfica abrangida por seu setor. Por exemplo, precisa saber o nome do bairro, a localização física de determinada rua, a quantidade de moradores, etc. Ele deve ter instrução equivalente à de um guia turístico do local, de forma a facilitar a prestação do serviço, explicou o democrata sergipano.

Jornal da Liderança dos Democratas

domingo, 28 de novembro de 2010

Istmo lança no Brasil o InTalk

Sistema que garante a qualidade e a padronização do atendentimento nas centrais de Call Center.

Considerado um dos mercados que mais cresce e emprega no Brasil, o call center também enfrenta sérios problemas. Um deles, ou o principal, encontra-se na área de treinamento dos agentes.

Na percepção dos consumidores brasileiros, as companhias ainda precisam aperfeiçoar os serviços de atendimento aos clientes, garantindo maior agilidade e profissionais mais capacitados nas linhas de frente, é o que revela Wilson Fernandes, diretor executivo as Istmo, citando estudo realizado pela Accenture. "São dois fatores principais que ainda incomodam os consumidores: o tempo gasto esperando o atendimento e a falta de conhecimento dos atendentes” reforça Wilson.

Fazer com que cada agente fale ou atue da forma treinada e, conseqüentemente esperada, é hoje, sem dúvida alguma, o maior desafio para os especialistas em RH e treinamento.

As soluções tradicionalmente empregadas, como: rigorosos processos de recrutamento e seleção, treinamento e reciclagem, scripting, ferramentas de busca, e-learning e monitoria de qualidade não são suficientes para eliminar problemas como: stress do agente, sotaque e regionalização de palavras e, o mais grave de todos, a variação das informações prestadas.

“Hoje, no Brasil temos uma média de turn over de mais de 100% anuais, o que deflagra um processo contínuo de treinamento dos agentes. Podemos dizer que o mercado de contact center investe anualmente 5 semanas em treinamento e reciclagem, tempo considerável, mas que não resolve o problema da qualidade e padronização do atendimento”, explica Wilson Fernandes,
Para Fernandes o inTalk é o melhor script, na melhor voz e no melhor momento. “É uma ferramenta inovadora de interatividade entre o operador de contact center e o cliente final que oferece, por meio de uma árvore de fraseologia, possibilidades para a execução de frases padronizadas que podem abranger, de acordo com a complexidade do modelo, todo ou parte do atendimento, assistindo o operador em sua função e aumentando a assertividade junto ao cliente”.

Com o inTalk as operações de call Center conseguem viabilizar processos de melhoria continua na qualidade do atendimento, permitindo maior controle e padronização da comunicação através de recursos tecnológicos e métodos eficientes de controle.

Estudos apontam que cerca de 70% das ligações possuem características idênticas de ponta-a-ponta. Assim, com o inTalk, num simples clique o agente intercala sua conversa ao vivo com textos já gravados, abrindo e encerrando a ligação da forma correta, realizando as perguntas certas na ordem apropriada, fornecendo todas as informações necessárias para o interlocutor e obtendo todas as informações pertinentes a partir deles.

Dentre os benefícios oferecidos pela ferramenta da Istmo, encontram-se a padronização da pronúncia independente da região onde a central esta localizada, a diminuição do stress do agente, a otimização do treinamento e, o que pode ser considerado um grande diferencial competitivo, viabilizar atualizações em curtíssimo prazo e em larga escala.

Wilson Fernandes está empolgado com o lançamento que já foi testado e analisado por cinco grandes empresas usuárias de serviços de call center, durante o período de seis meses. “Ficamos animados com o índice de aceitação da ferramenta, de 0 a 5 conquistamos a nota 4,6 na avaliação geral da solução. As empresas que participaram do teste conquistaram um aumento médio de 5% na performance de monitoria e mais 5% no controle de qualidade, além de uma redução do Tempo Médio de Atendimento (TMA) de 7%. Estes resultados são facilmente transformados em ganho real para a operação do call center como um todo: aumento na qualidade dos serviços prestados, aumento na lucratividade, na satisfação dos clientes e na qualidade de vida dos agentes.

Por motivos de sigilo, a Istmo não pode divulgar os nomes destas cinco empresas. Mas apresenta uma meta arrojada de atuação do inTalk nos mercados financeiro e de cartão de crédito, de seguradoras e montadoras para o primeiro semestre de 2011.


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